Ao finalizar seu discurso em Pernambuco, onde cumpre agenda oficial desde a última quarta-feira (26), o presidente da Venezuela cometeu uma garfe. Hugo Chávez recitou um poema do escritor João Cabral de Melo Neto, mas citou a autoria como sendo de Manuel Bandeira. Os dois poetas são pernambucanos. "Presidente Lula, quero terminar minha fala com um poema de um grande escritor brasileiro, Manuel Bandeira - Tecendo a manhã", comentou Chávez. Este poema jamais pertenceu a Manuel Bandeira e sim a João Cabral de Melo Neto. Confira abaixo o poema.
"O cara vem da Venezuela pra falar de galo?Sei não, mas algo me diz que Lula só pensava no rabo de galo que iria tomar antes do almoço companheiro!P.S: Isso realmente foi uma garfe hein redatores..."
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